sábado, 30 de agosto de 2008
Um quarteto fantástico (Por Tarcis Junior)
UM QUARTETO FANTÁSTICO18/07/08
“Quatro homens leprosos estavam à entrada da porta, os quais disseram uns aos outros: Para que estaremos nós aqui sentados até morrermos?” 2Reis 7.3
Este texto ganhou notoriedade em nossa ultima reunião para adolescentes, meu discurso foi sobre o “os leprosos fantásticos” do segundo livro dos Reis.
Diferentemente dos heróis de quadrinhos criados durante a década de 1960 por Stan Lee e Jack Kirby”, e transformados em filmes, dentro de uma realidade fictícia. O quarteto do livro sagrado não é composto por personagens fictícios, mas protagonizados por artistas reais.
Esses leprosos surgiram diante das luzes da história por causa do comportamento paradigmático que tiveram em tempo de FOME. Num épico momento de calamidade, viu-se pessoas negociando coisas inegociáveis, como no dramático caso evidenciado pelo rei: “Passando o rei de Israel pelo muro, gritou-lhe uma mulher: Acode-me, ó rei, meu senhor! Ele lhe disse: Se o SENHOR te não acode, donde te acudirei eu? Perguntou-lhe o rei: Que tens? Respondeu ela: Esta mulher me disse: Dá teu filho, para que, hoje, o comamos e, amanhã, comeremos o meu. Cozemos, pois, o meu filho e o comemos; mas, dizendo-lhe eu ao outro dia: Dá o teu filho, para que o comamos, ela o escondeu. Tendo o rei ouvido as palavras da mulher, rasgou as suas vestes”.
A fome pode nos cegar e nos roubar valores eternos.Com fome Abraão no Egito e Isaque com Abimeleque mentiram para não morrer; Com fome Esaú desprezou seu honroso direito de primogenitura;Com fome pelo dinheiro de Naamã, Geazi mentiu e ficou leproso;Com fome pelo prazer sexual, Davi adulterou, matou e manchou sua história;Com fome pela boa aceitação, Sansão negociou segredos de Deus;Com fome pelo poder Absalão tentou matar seu próprio pai;Com fome pelo status, Saul planejou ferir quem lhe trazia a paz;Com fome por riquezas, Judas protagonizou a prisão de Jesus.
A fome gera insegurança, medo, fraqueza e desespero, um campo fértil para o inimigo armar sua tenda e roubar projetos na vida de heróis selecionados por Deus. Foi assim com Jesus, nas propostas frustradas do diabo, no deserto.
Homens fantásticos assemelham-se ao exemplo destes leprosos. Diante do isolamento proposto pelas portas marginalizadas da cidade, com doenças vegetativas, olhares discriminatórios, crises existenciais, traumas irrefutáveis, dores incontroláveis, temores por causa do cerco do exército inimigo e com muita fome. Não negociaram coisas inegociáveis, pelo contrario, ousaram vencer seus próprios limites, seus terrores, suas debilidades, suas aflições e suas frustrações. Enquanto eles caminhavam em direção a solução pela porta certa, Deus se responsabilizou pelo resto:
“Levantaram-se ao anoitecer para se dirigirem ao arraial dos siros; e, tendo chegado à entrada do arraial, eis que não havia lá ninguém. Porque o Senhor fizera ouvir no arraial dos siros ruído de carros e de cavalos e o ruído de um grande exército; de maneira que disseram uns aos outros: Eis que o rei de Israel alugou contra nós os reis dos heteus e os reis dos egípcios, para virem contra nós... Chegando, pois, aqueles leprosos à entrada do arraial, entraram numa tenda, e comeram, e beberam, e tomaram dali prata, e ouro, e vestes, e se foram...” (2 Reis 7.5,6,8) É num árido e cruel campo de fome, com mortes, corrupções, mentiras, medos, agonias e desesperos cinematográficos que surgem instrumentos reais de um Deus real para fazer a diferença. Enquanto esses heróis se levantam e caminham em busca de soluções, Deus coloca em ação suas fantásticas estratégias em seu favor.
Por Tárcis Junior
“Quatro homens leprosos estavam à entrada da porta, os quais disseram uns aos outros: Para que estaremos nós aqui sentados até morrermos?” 2Reis 7.3
Este texto ganhou notoriedade em nossa ultima reunião para adolescentes, meu discurso foi sobre o “os leprosos fantásticos” do segundo livro dos Reis.
Diferentemente dos heróis de quadrinhos criados durante a década de 1960 por Stan Lee e Jack Kirby”, e transformados em filmes, dentro de uma realidade fictícia. O quarteto do livro sagrado não é composto por personagens fictícios, mas protagonizados por artistas reais.
Esses leprosos surgiram diante das luzes da história por causa do comportamento paradigmático que tiveram em tempo de FOME. Num épico momento de calamidade, viu-se pessoas negociando coisas inegociáveis, como no dramático caso evidenciado pelo rei: “Passando o rei de Israel pelo muro, gritou-lhe uma mulher: Acode-me, ó rei, meu senhor! Ele lhe disse: Se o SENHOR te não acode, donde te acudirei eu? Perguntou-lhe o rei: Que tens? Respondeu ela: Esta mulher me disse: Dá teu filho, para que, hoje, o comamos e, amanhã, comeremos o meu. Cozemos, pois, o meu filho e o comemos; mas, dizendo-lhe eu ao outro dia: Dá o teu filho, para que o comamos, ela o escondeu. Tendo o rei ouvido as palavras da mulher, rasgou as suas vestes”.
A fome pode nos cegar e nos roubar valores eternos.Com fome Abraão no Egito e Isaque com Abimeleque mentiram para não morrer; Com fome Esaú desprezou seu honroso direito de primogenitura;Com fome pelo dinheiro de Naamã, Geazi mentiu e ficou leproso;Com fome pelo prazer sexual, Davi adulterou, matou e manchou sua história;Com fome pela boa aceitação, Sansão negociou segredos de Deus;Com fome pelo poder Absalão tentou matar seu próprio pai;Com fome pelo status, Saul planejou ferir quem lhe trazia a paz;Com fome por riquezas, Judas protagonizou a prisão de Jesus.
A fome gera insegurança, medo, fraqueza e desespero, um campo fértil para o inimigo armar sua tenda e roubar projetos na vida de heróis selecionados por Deus. Foi assim com Jesus, nas propostas frustradas do diabo, no deserto.
Homens fantásticos assemelham-se ao exemplo destes leprosos. Diante do isolamento proposto pelas portas marginalizadas da cidade, com doenças vegetativas, olhares discriminatórios, crises existenciais, traumas irrefutáveis, dores incontroláveis, temores por causa do cerco do exército inimigo e com muita fome. Não negociaram coisas inegociáveis, pelo contrario, ousaram vencer seus próprios limites, seus terrores, suas debilidades, suas aflições e suas frustrações. Enquanto eles caminhavam em direção a solução pela porta certa, Deus se responsabilizou pelo resto:
“Levantaram-se ao anoitecer para se dirigirem ao arraial dos siros; e, tendo chegado à entrada do arraial, eis que não havia lá ninguém. Porque o Senhor fizera ouvir no arraial dos siros ruído de carros e de cavalos e o ruído de um grande exército; de maneira que disseram uns aos outros: Eis que o rei de Israel alugou contra nós os reis dos heteus e os reis dos egípcios, para virem contra nós... Chegando, pois, aqueles leprosos à entrada do arraial, entraram numa tenda, e comeram, e beberam, e tomaram dali prata, e ouro, e vestes, e se foram...” (2 Reis 7.5,6,8) É num árido e cruel campo de fome, com mortes, corrupções, mentiras, medos, agonias e desesperos cinematográficos que surgem instrumentos reais de um Deus real para fazer a diferença. Enquanto esses heróis se levantam e caminham em busca de soluções, Deus coloca em ação suas fantásticas estratégias em seu favor.
Por Tárcis Junior
domingo, 3 de agosto de 2008
As 3 peneiras.
As três peneiras
Augustus procurou Sócrates e disse-lhe:
- Sócrates, preciso contar-lhe algo sobre alguém! Você não imagina o que me contaram a respeito de... Nem chegou a terminar a frase, quando Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:
- Espere um pouco Augustus. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
- Peneiras? Que peneiras?
- Sim. A primeira, Augustus, é a da verdade. Você tem certeza de que o que vai me contar é absolutamente verdadeiro?
- Não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram!
- Então suas palavras já vazaram a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira: a bondade. O que vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
- Não, Sócrates! Absolutamente, não! - Então suas palavras vazaram, também, a segunda peneira. Vamos agora para a terceira peneira: a necessidade. Você acha mesmo necessário contar-me esse fato, ou mesmo passá-lo adiante? Resolve alguma coisa? Ajuda alguém? Melhora alguma coisa?
- Não, Sócrates... Passando pelo crivo das três peneiras, compreendi que nada me resta do que iria contar. E Sócrates sorrindo concluiu:
- Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, quanto você e os outros iremos nos beneficiar. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos. Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz! Da próxima vez que ouvir algo, antes de ceder ao impulso de passá-lo adiante, submeta-o ao crivo das três peneiras por que:
* Pessoas sábias falam sobre idéias;
* Pessoas comuns falam sobre coisas;
* Pessoas medíocres falam sobre pessoas.
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Estou apavorado com o futuro da igreja, aqui na terra.
Tenho a oportunidade de visitar varias igrejas, tanto no estado do Paraná quanto no vasto solo brasileiro, e uma coisa me chama sempre a atenção, o esvaziamento de nossos templos e a desmotivação de alguns lideres.
Penso que uma coisa é conseqüência da outra, por falta de animo, motivação e interesse de alguns lideres, estamos vendo nossos templos se esvaziarem e nossos cultos se tornarem um ritual, quando deveria ser uma celebração de adoração e gratidão a Deus.
Quero citar alguns exemplos: em uma igreja (gostaria até de citar o local e o nome do líder, mas dizem que não se deve quebrar a ética), fui convidado para ministrar em um congresso e contei a presença de 32 pessoas no culto, vale salientar que o templo tem capacidade para 400 pessoas sentadas, não me contive e ao questionar o líder ele simplesmente me disse: “meu irmão, as portas da igreja estão abertas quem quiser vir que venha, não estamos preocupados com quantidade e sim com qualidade. (Puxa que empolgação, e onde está o Ide de Jesus.)
Em outro caso, fui procurado por um membro de certa igreja que chorando me contou o triste fato: Ele novo convertido, com todo o desejo de ganhar almas e poder se sentir útil na obra de Deus, com desejo de contar aos outros a grande transformação que Jesus fez em sua vida, procurou seu líder e se dispôs em trabalhar para ajudar no crescimento da igreja e recebeu a seguinte resposta de seu líder: moço você quer fazer aquilo que eu não fiz em meus 25 anos como lider dessa igreja, se você cuidar mais da sua vida será bem melhor.
Se fosse citar todos os fatos dariam pra escrever uma série de livros e tenho até o nome desta série “Os derrotados da fé”.
Deus me deu a oportunidade de liderar uma igreja durante 20 anos e sempre me preocupei com o crescimento da igreja, tanto em quantidade como em qualidade, me preocupei em ser, não um Eli em final de carreira, mas sim um Samuel em começo de ministério, vivíamos naquela igreja a tônica de preparar a igreja para dias melhores e de comunhão com Deus.
Sempre ouço alguém dizer que está orando para que Deus mande um reavivamento sobre as igrejas, sei que é pesado o que vou citar, mas, porque não, orar pedindo a Deus que recolha os Eli em final de carreira e nos de mais Samuel, dispostos a ouvir a voz de Deus e agir.
Não seria esse um real reavivamento?
Pastor José Wilson da Silva, é secretário do campo ministerial de Pinhais.
Igreja Evangélica Assembléia de Deus, ministério de Pinhais-Pr.
Membro da CIEADEP.
Penso que uma coisa é conseqüência da outra, por falta de animo, motivação e interesse de alguns lideres, estamos vendo nossos templos se esvaziarem e nossos cultos se tornarem um ritual, quando deveria ser uma celebração de adoração e gratidão a Deus.
Quero citar alguns exemplos: em uma igreja (gostaria até de citar o local e o nome do líder, mas dizem que não se deve quebrar a ética), fui convidado para ministrar em um congresso e contei a presença de 32 pessoas no culto, vale salientar que o templo tem capacidade para 400 pessoas sentadas, não me contive e ao questionar o líder ele simplesmente me disse: “meu irmão, as portas da igreja estão abertas quem quiser vir que venha, não estamos preocupados com quantidade e sim com qualidade. (Puxa que empolgação, e onde está o Ide de Jesus.)
Em outro caso, fui procurado por um membro de certa igreja que chorando me contou o triste fato: Ele novo convertido, com todo o desejo de ganhar almas e poder se sentir útil na obra de Deus, com desejo de contar aos outros a grande transformação que Jesus fez em sua vida, procurou seu líder e se dispôs em trabalhar para ajudar no crescimento da igreja e recebeu a seguinte resposta de seu líder: moço você quer fazer aquilo que eu não fiz em meus 25 anos como lider dessa igreja, se você cuidar mais da sua vida será bem melhor.
Se fosse citar todos os fatos dariam pra escrever uma série de livros e tenho até o nome desta série “Os derrotados da fé”.
Deus me deu a oportunidade de liderar uma igreja durante 20 anos e sempre me preocupei com o crescimento da igreja, tanto em quantidade como em qualidade, me preocupei em ser, não um Eli em final de carreira, mas sim um Samuel em começo de ministério, vivíamos naquela igreja a tônica de preparar a igreja para dias melhores e de comunhão com Deus.
Sempre ouço alguém dizer que está orando para que Deus mande um reavivamento sobre as igrejas, sei que é pesado o que vou citar, mas, porque não, orar pedindo a Deus que recolha os Eli em final de carreira e nos de mais Samuel, dispostos a ouvir a voz de Deus e agir.
Não seria esse um real reavivamento?
Pastor José Wilson da Silva, é secretário do campo ministerial de Pinhais.
Igreja Evangélica Assembléia de Deus, ministério de Pinhais-Pr.
Membro da CIEADEP.
Sou do tempo...
Se tem uma coisa que não esqueço é quando ouvia meu pai dizer: “No meu tempo o homem honrava a barba que tinha na cara.”
Hoje é claro a coisa mudou um pouco (hihihi).
Acompanhei uma reportagem em que uma senhora, com as marcas da idade estampadas no rosto dizia: “Estamos no tempo em que ser honesto é feio, a moral e os bons costumes estão fora de moda.”
Isso no mundo sem Cristo parece normal, já não causa espanto quando você ouve alguma noticia de que houve desvio de verbas no serviço público, negociatas nos meio políticos, enfim no mundo sem Cristo pode parecer normal, porém tenho visto algumas atitudes no meio ministerial que me faz lembrar com clareza destas citações, e é justamente por isso que quero escrever o seguinte: Sou do tempo em que se levava ministério cristão a sério, em que se valorizava a tarefa que se recebia pra fazer na igreja, (apenas pra recordar meu primeiro serviço na igreja, foi quando meu pastor me deixou responsável pela limpeza da igreja, ainda me lembro quando meu pastor me chamou um dia e me entregou um balde, uma vassoura e um pano de chão e disse cuide da igreja de Cristo, como foi bom ter iniciado daquela maneira).
Sou do tempo em que aconselhar alguém era bom pra ajudar a formar o bom obreiro.
Sou do tempo em que se esperava, no tempo de Deus, como Davi esperou, pois mesmo quando foi ungido rei de Israel, voltou para cuidar das ovelhas de seu pai, e não saiu desesperado pra tomar posse do reino.
Como algumas coisas mudaram, e mesmo não sendo saudosista, mas tenho saudades de algumas coisas que já não se vê mais dentro das igrejas e principalmente nos púlpitos delas.
Tenho saudades do tempo em que ir a igreja era algo prazeroso, se via com clareza no semblante de cada cristão a vontade de cultuar a Deus.
Tenho saudades do tempo em que estes cristãos não se separavam da sua bíblia, sua harpa cristã ou cantor cristão e seu lenço, pois sabia que ia usar estes três instrumentos.
Tenho saudades do tempo em que pregadores subiam ao púlpito para pregar e pregavam a palavra, sem rodeios e sem enfeites, (e como era bom ver o mover do Espírito Santo no meio da igreja), alguns pregadores hoje sobem aos púlpitos pra falar de uma falsa chamada ministerial e acham que púlpito é lugar de desabafo ou de lançar sobre a igreja as suas necessidades, a bíblia diz em I Pedro 5.7, que nossas ansiedades e necessidades devem ser lançadas sobre Ele...
Tenho saudades do tempo em que ministério era coisa séria, (me desculpem os moralistas), do tempo em que se separavam obreiros por direção divina, conforme a necessidade da igreja.
Meu Deus, hoje se apresenta obreiros para se obter um maior número de votos no pleito convencional, com medo de perder o lugar na cadeira de destaque, (MISERICORDIA).
Tenho saudades do tempo em que se permitia que Deus procurasse o menino Davi para ocupar o trono, mas, lamentavelmente alguns estão fazendo questão de nem sequer orar, pois se orarem vai que Deus resolve falar e mudar os planos dos homens.
Por fim, tenho saudades do tempo em que igreja de Cristo era vista como igreja de Cristo, santa, pura, imaculada, intocável e propriedade exclusiva de Deus, hoje já aparecerem alguns que se intitulam os donos da igreja.
Ouvi um líder de igreja usar a expressão – “Eu não saio da direção desta igreja nem morto, fui eu quem deu a vida por esta igreja e agora querem me trocar por outro, vão procurar outra coisa pra fazer.”
Vale lembrar que poucos dias depois estava sendo realizado o culto fúnebre deste cidadão, e eu fiquei me perguntando – “Será que a alma penada deste camarada, ainda vai ficar atrapalhando o desenvolvimento e crescimento da igreja.
Mais uma vez digo, misericórdia.
Hoje é claro a coisa mudou um pouco (hihihi).
Acompanhei uma reportagem em que uma senhora, com as marcas da idade estampadas no rosto dizia: “Estamos no tempo em que ser honesto é feio, a moral e os bons costumes estão fora de moda.”
Isso no mundo sem Cristo parece normal, já não causa espanto quando você ouve alguma noticia de que houve desvio de verbas no serviço público, negociatas nos meio políticos, enfim no mundo sem Cristo pode parecer normal, porém tenho visto algumas atitudes no meio ministerial que me faz lembrar com clareza destas citações, e é justamente por isso que quero escrever o seguinte: Sou do tempo em que se levava ministério cristão a sério, em que se valorizava a tarefa que se recebia pra fazer na igreja, (apenas pra recordar meu primeiro serviço na igreja, foi quando meu pastor me deixou responsável pela limpeza da igreja, ainda me lembro quando meu pastor me chamou um dia e me entregou um balde, uma vassoura e um pano de chão e disse cuide da igreja de Cristo, como foi bom ter iniciado daquela maneira).
Sou do tempo em que aconselhar alguém era bom pra ajudar a formar o bom obreiro.
Sou do tempo em que se esperava, no tempo de Deus, como Davi esperou, pois mesmo quando foi ungido rei de Israel, voltou para cuidar das ovelhas de seu pai, e não saiu desesperado pra tomar posse do reino.
Como algumas coisas mudaram, e mesmo não sendo saudosista, mas tenho saudades de algumas coisas que já não se vê mais dentro das igrejas e principalmente nos púlpitos delas.
Tenho saudades do tempo em que ir a igreja era algo prazeroso, se via com clareza no semblante de cada cristão a vontade de cultuar a Deus.
Tenho saudades do tempo em que estes cristãos não se separavam da sua bíblia, sua harpa cristã ou cantor cristão e seu lenço, pois sabia que ia usar estes três instrumentos.
Tenho saudades do tempo em que pregadores subiam ao púlpito para pregar e pregavam a palavra, sem rodeios e sem enfeites, (e como era bom ver o mover do Espírito Santo no meio da igreja), alguns pregadores hoje sobem aos púlpitos pra falar de uma falsa chamada ministerial e acham que púlpito é lugar de desabafo ou de lançar sobre a igreja as suas necessidades, a bíblia diz em I Pedro 5.7, que nossas ansiedades e necessidades devem ser lançadas sobre Ele...
Tenho saudades do tempo em que ministério era coisa séria, (me desculpem os moralistas), do tempo em que se separavam obreiros por direção divina, conforme a necessidade da igreja.
Meu Deus, hoje se apresenta obreiros para se obter um maior número de votos no pleito convencional, com medo de perder o lugar na cadeira de destaque, (MISERICORDIA).
Tenho saudades do tempo em que se permitia que Deus procurasse o menino Davi para ocupar o trono, mas, lamentavelmente alguns estão fazendo questão de nem sequer orar, pois se orarem vai que Deus resolve falar e mudar os planos dos homens.
Por fim, tenho saudades do tempo em que igreja de Cristo era vista como igreja de Cristo, santa, pura, imaculada, intocável e propriedade exclusiva de Deus, hoje já aparecerem alguns que se intitulam os donos da igreja.
Ouvi um líder de igreja usar a expressão – “Eu não saio da direção desta igreja nem morto, fui eu quem deu a vida por esta igreja e agora querem me trocar por outro, vão procurar outra coisa pra fazer.”
Vale lembrar que poucos dias depois estava sendo realizado o culto fúnebre deste cidadão, e eu fiquei me perguntando – “Será que a alma penada deste camarada, ainda vai ficar atrapalhando o desenvolvimento e crescimento da igreja.
Mais uma vez digo, misericórdia.
domingo, 6 de julho de 2008
Amigos são pra sempre
Amigos são pra sempre.
Um poeta escreveu e cantou "amigo é coisa pra se guradar, do lado esquerdo do peito..."
Algumas pessoas passam por nossas vidas e ficamos felizes quando elas se vão, outras passam e ficamos tristes quando elas se vão.
As que ficamos alegres, são aqueles que ó deixam marcas, as que nos deixam tristes são as que nos deixam cicatrizes.
As marcas são apagadas com o tempo e logo esquecemos dos amigos interessiros, as cicatrizes permanecem e fazem lembrar dos momentos de alegria, tristeza, fartura, necessidade, descanso, cansaço e etc...
Prefiro lembrar dos amigos que deixaram cicatrizes e esquecer dos que deixaram marcas.
Basta ter um coração alegre.
Um poeta escreveu e cantou "amigo é coisa pra se guradar, do lado esquerdo do peito..."
Algumas pessoas passam por nossas vidas e ficamos felizes quando elas se vão, outras passam e ficamos tristes quando elas se vão.
As que ficamos alegres, são aqueles que ó deixam marcas, as que nos deixam tristes são as que nos deixam cicatrizes.
As marcas são apagadas com o tempo e logo esquecemos dos amigos interessiros, as cicatrizes permanecem e fazem lembrar dos momentos de alegria, tristeza, fartura, necessidade, descanso, cansaço e etc...
Prefiro lembrar dos amigos que deixaram cicatrizes e esquecer dos que deixaram marcas.
Basta ter um coração alegre.
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